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Novo ‘Bruxa de Blair’ exagera e mostra desgaste do terror ‘amador’; G1 já viu

 

Se em 1999 “Bruxa de Blair” mudou a cara do terror ao popularizar o “found footage” (tipo de ficção que, propositalmente, parece um documentário amador), a sequência da história, que estreia nesta quinta-feira (15), mostra o quão desgastado está o modelo, explorado à exaustão pela indústria nos últimos 17 anos.

Filmes como “REC”, “Cloverfield” e todos os “Atividade Paranormal” adotaram a câmera que tudo vê. Alguns com certa inovação, outros nem tanto.
O terceiro “Bruxa de Blair” – após uma esquecível primeira continuação, de 2000 – está no segundo grupo. O longa repete com quase exatidão a fórmula da produção original – o que até traz certa nostalgia -, mas sobe alguns tons, perdendo a sutileza que já foi um dos trunfos da franquia.
Mesmo assim, é preciso dizer: há potencial para alta bilheteria. A continuação cozinha bem a receita dos sucessos do gênero, com cenário sombrio, personagens relativamente carismáticos, medo do escuro, uma entidade que parece onipresente e um bem-sucedido acréscimo: o tempo como mais um elemento de horror. Também provoca sentimento de angústia e ansiedade crescente, que envolve o espectador – destaque para a sufocante sequência em um túnel subterrâneo.

Fonte: http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2016/09/novo-bruxa-de-blair-exagera-e-mostra-desgaste-do-terror-amador-g1-ja-viu.html

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